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Conheça a candidata a vereadora em Várzea Grande-MT, Rosi da Costa Marques

Rosilene Auxiliadora Oliveira da Costa Marques nasceu em Cuiabá/Mato Grosso (MT), mas escolheu Várzea Grande-MT para viver com o marido, Marcelo da Costa Marques, com quem está casada há 15 anos. Ela e o marido possui empreendimento na cidade. 

Aos 46 anos, Rosilene decidiu concorrer a uma cadeira para vereadora no município de Várzea Grande, pela primeira vez. 

Com o propósito em ajudar ao próximo e fazer a diferença naquilo que lhe for designada, ela afirma ter recebido muito carinho e apoio durante a campanha. “Sou uma mulher de adoração a Deus e que ama estar perto dos amigos e da família, mas nas horas vagas o amor ao próximo fala mais alto. Estou muito feliz por ter recebido tanto amor e carinho de pessoas que eu nem conheço e que vieram buscar meu santinho. Como Deus é lindo, Ele age de todas as maneiras”, disse emocionada com o apoio recebido pela população. 

Marcelo e Rosilene são casados há 15 anos

A empreendedora é sonhadora e deseja trabalhar em prol dos necessitados. “Meu sonho é poder ajudar a transformar vidas. Minha meta é fazer uma casa de apoio para pessoas que vêm de outros lugares em busca de tratamento de saúde e não tem onde ficar”, destaca. 

Esse sonho se revela pelo fato de ter marcado a infância dela, no qual perdeu o pai ainda criança.

“Perdi meu pai com cinco anos. Ele foi assassinado e minha mãe ficou com cinco filhos, sendo o mais velho com 10 anos e desde então vi minha mãe lutar com dignidade para nos criar, ainda sem emprego, pois meu pai não permitia ela trabalhar, na época isso era muito normal. Então minha mãe ficou perdida, mas graças a Deus, ela correu atrás e nos sustentou. Minha mãe fez curso de manicure e começou a fazer unha. Depois, ela trabalhou em caixa de supermercado e, por último, entrou na UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) para limpar banheiros, e assim, se destacou por ser inteligente, esforçada e ter uma letra bonita. Ela passou por vários setores neste emprego, foi quando surgiu um concurso público, no qual ela fez e passou. Assim, minha mãe foi trabalhar de bibliotecária, onde se aposentou. Com isso, vi que as mulheres podem fazer a diferença, se elas usarem a garra”. 

Segundo ela, a infância fez-a desejar essa luta em ajudar tantas outras mulheres que passam pela mesma situação, ou seja, ajudar pessoas que não tem como criar seus filhos ou, até mesmo, ter a oportunidade de ajudar. Percebendo que essas mulheres são esquecidas, principalmente, aquelas pessoas que têm filhos especiais e precisam abandonar tudo (trabalho, por exemplo) para cuidá-los, e muitas das vezes os remédios são caríssimos, além de não conseguirem os devidos tratamentos médicos para a saúde. As mães que também lutam, muitas vezes sozinhas, para ajudar seus filhos nos vícios, são tantas coisas, destaca Rosi.

“Enfim lutar pelo que acredito que é possível ajudar! Não sei se está certo, mais é isso que eu sinto!”, ressalta Rosi.

Rosi conta que a história que soube do seu pai é que ele comprou uma terra, no município de Mimoso, um lugar que ele (pai dela) sonhava em ter, e um ex-amigo queria comprar também a mesma propriedade, no qual o mesmo foi oferecer um valor superior ao que o pai dela havia fechado. Naquela época, a palavra de um homem era um acordo sem volta, ou seja, quando se dava uma palavra não se voltava atrás, e o proprietário não aceitou. Ela se lembra que o pai sempre ajudava também as pessoas. 

“Assim, como meu pai trabalhava viajando e buscando coisas para vender, o meu tio aceitou desfazer o negócio, acho que com receio, enfim, esse moço pagou para um homem que dividia quarto com meu pai para matá-lo, e como meu pai era genioso porque ajudava as pessoas, esse cara não tinha motivos para matá-lo. Então, meu pai foi pego despreparado, no momento em que ele estava vindo embora da fazenda, no qual era festeiro, ele desceu do carro quando o amigo chegou para conversar com ele, disparou à queima roupa. Dentro do carro com meu pai, havia um primo dele, ainda adolescente, em que presenciou tudo, e essa é a história que fiquei sabendo”.

Ela afirma que o motivo da disputa nas eleições de 2020 se dá por acreditar em um futuro melhor.

“Entrei na política porque acredito que é possível fazer a diferença se tivermos o coração voltado para o próximo, onde são esquecidos e desiludidos, pois acredito que se trabalharmos com esse propósito podemos ajudar a melhorar! Quero fazer a diferença, pois creio que ainda é possível”, finaliza. 

A candidata a vereadora, Rosi da Costa Marques, concorre pelo Partido Patriota 51 – Brasil Acima de Todos, com o número 51.777, por uma Várzea Grande Melhor. Conheça a candidata por meio da rede social: Rosilene Oliveira da Costa Marques.


Por Laura Arruda Assessoria de Imprensa – A.L.A. Comunicação  Website: www.lauraarruda.com, Instagram: @lauraarrudajornalista e e-mail: [email protected]. Contato WhatsApp: +44 07999930965 (Reino Unido – Inglaterra) Jornalista DRT/MT 1240, @lauraarrudajornalista.

Fotos do Banco de imagens do Arquivo Pessoal


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